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PLATAFORMA I - AOS POUCOS

Maria Amélia Mano
Aos poucos. Viagem de ônibus é esse sair aos poucos e esse chegar aos poucos. De avião, em menos de um dia, atravessamos um continente e nos vemos atrapalhados com os novos sotaques, a mágica da distância diminuída, tecnologia em turbinas que fingimos entender. O ônibus é a realidade, poeira e plataforma, espera e paciência, cheiros e choros de crianças.
Aeroporto é bloco cirúrgico e shopping center. Artificial. Não tem dia nem noite. Não tem sol nem lua. Não tem clima e toda estação do ano é desprezada. Rodoviária é frio e calor, tempo que atravessa as esperas quase sempre precárias nos bancos duros, nos serviços pouco delicados. Elejo uma cafeteria pequena escondida em Porto Alegre e é o que me lembro de mais acolhedor. Mas é só.
  Aeroporto é sempre frio: distância humana grande apesar de ser sinônimo de apressar encontros e diminuir quilômetros. É tenso e todos parecem muito ocupados. Rodoviária é sempre estar mais perto das pessoas apesar de ser sinônimo de desenco…

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